sábado, 4 de junho de 2011

"A Morte Que Nos Separe"

A vida é tristemente fascinante...
Ontem a minha alma era a melhor de todas,
Hoje é apenas a réstia de uma paixão intrigante!
Caminha agora com todas outras abandonadas...

Eras apenas uma fotografia
E eu gostava, fingindo não saber...
Mas sabia, só não percebia,
Que não vieste para eu te ter...

Não há sinal do amanhecer
E eu estou aqui preso na escuridão...
A amadurecer...
Tanto que acabarei por chegar...
Ao estado da podridão!

Elogiei-te inúmeras vezes...
Sempre com honestidade,
Mas afinal não estavas lá!
Estavas a caminho da Felicidade,
Com passos grandes, determinados e ferozes...

Fiquei no sítio onde me conheceste,
E ficarei nesse mesmo sítio de onde partiste...
Não te preocupes comigo,
Não te preocupes com este amigo!

Vai, corre, alcança a tua Felicidade...
Eu tinha aqui uma para te dar...
Mas partiste com tanta velocidade,
que nem tive tempo para a desembrulhar...

Estou bem por agora,
Sentado à espera que a "Morte"
Altere a minha sorte,
E com tal que a minha vida também aborte!

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